quarta-feira, 23 de junho de 2010

Nem Deus, nem Filho de Deus, nem Profeta de Deus

Sidarta (à portuguesa) Gautama - o Buda - nunca disse ser Deus, Filho de Deus ou Profeta de Deus.

E não o disse porque não acreditava em Deus.

Ele próprio também se julgava apenas um agregado de carne, ossos, sensações e percepções, um agregado perecível como acontece com todos os outros agregados do mesmo tipo: as pessoas.

Aliás Sidarta era demasiadamente racional. Acreditava quase sempre no seu raciocínio.

Mas isso não quer dizer que Sidarta não respeitasse outras crenças, outras religiões.

É que Buda pregava a compreensão, o que justifica muitas das misturas que o Budismo teve com outras crenças ao longo destes 2500 anos. 

E essa compreensão é talvez uma das razões porque nunca houve nenhuma guerra ou perseguição religiosa iniciada pelos seguidores de Buda.

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