Sidarta (à portuguesa) Gautama - o Buda - nunca disse ser Deus, Filho de Deus ou Profeta de Deus.
E não o disse porque não acreditava em Deus.
Ele próprio também se julgava apenas um agregado de carne, ossos, sensações e percepções, um agregado perecível como acontece com todos os outros agregados do mesmo tipo: as pessoas.
Aliás Sidarta era demasiadamente racional. Acreditava quase sempre no seu raciocínio.
Mas isso não quer dizer que Sidarta não respeitasse outras crenças, outras religiões.
É que Buda pregava a compreensão, o que justifica muitas das misturas que o Budismo teve com outras crenças ao longo destes 2500 anos.
E essa compreensão é talvez uma das razões porque nunca houve nenhuma guerra ou perseguição religiosa iniciada pelos seguidores de Buda.
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